Um ano diferente para o futebol brasileiro
Por Moisés de Camargo
Um ano atípico. Claro, todo o ano de Copa do Mundo já é diferente, pelo clima, expectativa e disputa dentro de campo, porém, no futebol brasileiro, o novo calendário, com o Brasileirão começando em meio aos estaduais, será um divisor de águas.
Pelo menos 12 pontos já terão sido disputados no Brasileirão, até o fim do Paulistão, por exemplo. Ainda em início de temporada, uma gordura dessa pode fazer diferença no fim da competição.
Claro, o fator Copa do Mundo e da abertura da janela de transações, pós Copa pode culminar em mudanças bruscas nos elencos de times que chamam a atenção ou que apresentam novos talentos.
No primeiro caso, os grandes do futebol brasileiro, financeiramente falando (Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro e Atlético-MG), levam vantagem para a busca de reposição.
Nesta janela, o Corinthians, que faturou a Copa do Brasil, já perdeu disputa interna com o Galo, que levou Maycon. O São Paulo, teve a negativa de atletas do Botafogo-RJ, devido a sua instabilidade financeira.
Grêmio e Inter-RS, sempre na miúda, parecem ser times que estarão no meio da tabela, assim como Coritiba e Athlético-PR. Porém, avaliar o calendário como um todo será um fato novo para o futebol brasileiro. O resultado de quem se deu bem, como sempre, será no fim do ano.
Sobe – Estevão – O talento que iniciou no futebol do Cruzeiro e apareceu no Palmeiras é o jogador brasileiro mais valioso dos que estão no mercado.
Desce – São Paulo – As dificuldades para contratar mostram que o Tricolor está frágil dentro e fora de campo.