Por Moisés de Camargo
Tentar bater Flamengo e Palmeiras neste ano não é tarefa fácil. Bem estruturados, com orçamentos bilionários e garantido nas principais competições, os times tem calendário e público para acompanhar e claro, gastar em seus clubes.
Nesta semana, Pedrinho BH, do Cruzeiro meteu a mão no bolso e apresentou Gérson Coringa, que até pouco tempo atrás estava no rubro-negro carioca. Jogador de primeira linha e com pretensão de ir para a Copa do Mundo. O Trem Azul já havia feito uma ótima campanha em 2.025 e quer mais, neste ano.
O Grêmio também quer chegar entre os seis, cinco primeiros neste ano. Com Weverton, Tetê, Caio Paulista e o comando de Luis Castro, que fez excelente trabalho no Botafogo-RJ, o tricolor deve ter um ano melhor.
Lá embaixo, para os times da Serie A, o investimento também é necessário. A dura missão do Remo-PA, na competição também está contando com injeção financeira, com a chegada de Osório, técnico de Copa do Mundo, com o México e figuras conhecidas como Yago Pikachu, Patrick de Paula, campeão com o Palmeiras e meio sumido nos últimos anos, além de Alef Manga.
Aliás, se manter na elite do futebol brasileiro vai ser um desafio e tanto para as equipes. A Chapecoense já apresentou um balanço negativo, antes mesmo de começar a competição. São mais de R$26 milhões.
O Inter-RS que escapou na última hora, parece estar sem fôlego financeiro. Por aqui, o São Paulo preocupa mais com os escândalos fora de campo que podem refletir nas quatro linhas.
Muricy já avisou que se ano passado, a situação não era fácil, a tendência deste ano é de que piorem. Sem estruturação, vai ser difícil.
Sobe – Barcelona – Colocando o rival Madrid em situação delicada.
Desce – Real Madrid – Mais perdido que cachorro quando cai de mudança.